Flávio Bolsonaro
PL · número na urna: 22
- vice
- Alfredo Gaspar (PL)
- plano
- Plano 'Para o Brasil Vencer o Atraso' (2027–2030)
- 1º turno
- 47,04% dos votos válidos
Eleição para presidente · 2º turno em 25 de outubro de 2026
O que cada um promete, o que já fez, o que pensa e como o mundo vê cada um. Tudo explicado em palavras simples, com o que pode ajudar e o que pode prejudicar a sua vida. A gente não diz em quem votar: quem decide é você.
PL · número na urna: 22
PT · número na urna: 13
Quem aparece primeiro é sorteado para cada pessoa que visita o site, para ninguém sair na frente.
como usar
Toque nos assuntos que mais pesam no seu voto. Eles vão para o topo.
Cada proposta explicada: o que é, o que muda na sua vida e no país, o que pode ajudar e o que pode prejudicar.
A gente não dá nota nem diz quem é melhor. Mostra os fatos, com fonte.
comparador
Cada assunto mostra um resumo de uma frase de cada candidato. Abra o assunto para ver, nesta ordem: 1. o que promete, 2. o que já fez e 3. o que pensa.
Antes de comparar o que já fizeram: Lula governou o país por quase 12 anos (2003–2010 e desde 2023), então muitas posições dele aparecem como atos de governo. Flávio nunca governou: as dele aparecem como projetos, votos e plano. Como Flávio diz representar o legado do pai, mostramos também, separados e identificados, atos do governo de Jair Bolsonaro (2019–2022), os bons e os ruins. Eles não são de Flávio, mas ajudam a comparar governo com governo.
O que mais pesa no seu voto?
Marque os assuntos que importam para você. Eles vão para o topo da lista e já aparecem abertos. Sua escolha fica só neste aparelho.
Flávio Bolsonaro
Tratar PCC, CV, milícias e outras facções como grupos terroristas, e não só como crime comum. Na lei, isso permite penas maiores e bloquear o dinheiro delas mais rápido.
Pode ajudar
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso.
Declarar PCC, CV, milícias e demais facções 'organizações narcoterroristas'; bloqueio de ativos e combate à lavagem
fonte Gazeta do Povo; Agência Brasilgazetadopovo.com.bragenciabrasil.ebc.com.br
Hoje, quem tem menos de 18 anos não vai para a prisão comum: cumpre medida socioeducativa. A proposta baixa essa idade para 16 anos e permite punir quem tem a partir de 14 anos em crimes graves.
Pode ajudar
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Depende de: Mudar a Constituição: precisa de 3 em cada 5 votos de deputados e de senadores, em duas votações em cada casa.
Reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos e punir maiores de 14 anos por crimes graves
fonte Gazeta do Povo; Agência Brasilgazetadopovo.com.bragenciabrasil.ebc.com.br
Criar uma tropa especial do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para vigiar fronteiras, portos e aeroportos, por onde entram drogas e armas.
Pode ajudar
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Depende de: Dinheiro no orçamento e regras claras sobre o papel dos militares.
Sistema Nacional de Fronteira: 'tropa de elite' do Exército, Marinha e FAB em fronteiras secas, portos e aeroportos
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Construir 5 presídios federais de segurança máxima, com regras muito duras, inspirados nas prisões de El Salvador.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Dinheiro no orçamento e respeito à Constituição, que proíbe penas cruéis.
Cinco novos presídios federais de segurança máxima inspirados no modelo de El Salvador
fonte Gazeta do Povo; Revista Fórumgazetadopovo.com.brrevistaforum.com.br
Aplicar remédios que diminuem o desejo sexual em condenados por estupro e por abuso de crianças.
Pode ajudar
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso e, provavelmente, mudança na Constituição.
Castração química de condenados por estupro e abuso de crianças
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Dobrar, em quatro anos, o dinheiro que o governo federal coloca em segurança pública.
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Depende de: Orçamento aprovado pelo Congresso.
Dobrar o investimento federal em segurança pública em quatro anos
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Instalar um sistema nacional de câmeras que reconhecem o rosto das pessoas, ligado aos cadastros da polícia, para achar foragidos e suspeitos.
Pode ajudar
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Depende de: Dinheiro e regras de proteção de dados pessoais (LGPD).
'Muralha Brasileira': reconhecimento facial nacional integrado a bancos criminais
fonte Gazeta do Povo; O Tempogazetadopovo.com.brotempo.com.br
Tirar o dinheiro que hoje vai para famílias de presos e usar para ajudar famílias de vítimas de crimes. O principal apoio a famílias de presos é o auxílio-reclusão, pago pelo INSS aos dependentes de preso de baixa renda que contribuía para a Previdência.
Pode ajudar
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Depende de: Mudança na lei da Previdência, aprovada pelo Congresso.
Redirecionar recursos hoje destinados a famílias de detentos para famílias de vítimas
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Hoje o preso pode passar do regime fechado para o semiaberto depois de cumprir parte da pena. A proposta acaba com isso nos crimes hediondos, como estupro e latrocínio (roubo seguido de morte): a pena seria cumprida toda na cadeia.
Pode ajudar
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso e, possivelmente, mudança na Constituição.
Fim da progressão de regime para crimes hediondos
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Multiplicar por quatro a pena mínima para furto de celular e para quem compra celular roubado, e garantir prisão para quem rouba celular.
Pode ajudar
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso. Já existe projeto dele sobre isso no Senado (PL 494/2025).
Quadruplicar a pena inicial para furto e receptação de celulares; prisão para roubo de celular
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Colocar a Marinha nos portos e a Aeronáutica nos aeroportos de forma permanente, para barrar o tráfico de drogas e armas.
Pode ajudar
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Depende de: Lei e dinheiro no orçamento.
Marinha e Aeronáutica para ocupar e monitorar de forma permanente portos e aeroportos contra o tráfico
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Lula
Criar o Ministério da Segurança Pública se o Congresso aprovar a “PEC da Segurança”, que dá ao governo federal mais papel no combate ao crime, e manter o programa Brasil Contra o Crime Organizado.
Pode ajudar
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Depende de: Aprovação da PEC 18/2025 pelo Senado. A Câmara já aprovou.
Ministério da Segurança se a PEC 18/2025 passar; Brasil Contra o Crime Organizado
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Rastrear armas e munições (saber de onde veio cada uma), usar câmeras no uniforme dos policiais e investir no combate a golpes pela internet e a crimes financeiros.
Pode ajudar
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Depende de: Adesão dos estados e dinheiro no orçamento.
Rastreabilidade de armas; câmeras corporais; crimes financeiros e cibernéticos
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Construir mais presídios federais, para os presos mais perigosos, e criar regras mais duras para chefes de facção.
Pode ajudar
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Depende de: Dinheiro no orçamento.
Ampliar penitenciárias federais; protocolo para presos de alta periculosidade
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
onde os dois concordam
Os dois planos falam em ampliar o sistema penitenciário federal.
Os dois planos falam em reforçar a vigilância das fronteiras.
Os dois criticaram o STF por julgar a descriminalização do porte de maconha (2024). As diferenças aparecem no restante da política de drogas.
Leitura da equipe a partir dos itens citados. Toque para conferir cada um.
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2019
Maioridade penal aos 16 anos; responsabilização a partir dos 14 em crimes hediondos, tortura, tráfico, terrorismo e organização criminosa
fonte Senado; Metrópoles; CNNwww25.senado.leg.brmetropoles.comcnnbrasil.com.br
Ainda em votação 2025
Furto de celular como furto qualificado (4 a 8 anos)
fonte Senadowww25.senado.leg.br
Ainda em votação 2025
Qualificadora de homicídio pelo uso de drones ou dispositivos remotos
fonte Senadowww25.senado.leg.br
Ainda em votação 2019–2026
Endurecer penas para atentado a transporte, adulteração de bebidas/alimentos e arrastão; sem liberdade provisória para flagrante em crime hediondo
fonte Folha (via Acessa)acessa.comjornaldebrasilia.com.br
Ainda em votação 2019–2026
Retirar do tribunal do júri homicídios cometidos por membros de facção ou milícia
fonte Folha (via Acessa)acessa.comjornaldebrasilia.com.br
Virou lei 2024
Relator do fim das 'saidinhas' de presos
fonte Folha (via Acessa)acessa.comlexml.gov.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2019
Sancionou o Pacote Anticrime: a pena máxima de prisão subiu de 30 para 40 anos e houve novas regras para a delação premiada. O Congresso mudou parte do texto proposto pelo então ministro Sergio Moro
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Resultado 2019–2022
Facilitou o acesso a armas e munições por decretos e portarias. Os registros de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) passaram de 117 mil em 2018 para 674 mil em 2022
fonte Fórum Brasileiro de Segurança Pública; O Povoforumseguranca.org.bropovo.com.br
Como deputado estadual no Rio (2003–2019)
Virou lei 2016
Multa de R$ 150 a R$ 2.000 por trote a polícia e bombeiros; bloqueio da linha em reincidência
fonte Alerj (base de leis); Folha (via Acessa)alerjln1.alerj.rj.gov.bracessa.com
2003–2019
Isenção de taxas estaduais para renovação da CNH de policiais, bombeiros e inspetores penitenciários
fonte Alerj (base de leis); Folha (via Acessa)alerjln1.alerj.rj.gov.bracessa.com
Não foi aprovado 2003–2019
Exigir trânsito em julgado para expulsar PMs e bombeiros condenados
fonte Folha (via Acessa)acessa.com
Não foi aprovado 2003–2019
Declarar a caveira do Bope patrimônio cultural do estado
fonte Alerj; Folha (via Acessa)alerjln1.alerj.rj.gov.bracessa.com
Ainda em votação 2012–2017
Anistia a agentes de segurança que participaram de manifestações
fonte Folha (via Acessa)acessa.com
Não foi aprovado 2011
Programa de estímulo operacional para policiais militares
fonte Alerjwww3.alerj.rj.gov.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Ainda em votação 2025
Constitucionaliza o SUSP; amplia PF e PRF; polícias municipais
fonte Agência Câmara; Rádio Senadocamara.leg.brwww12.senado.leg.br
Virou lei 2025
Aumenta penas para crimes de facções e milícias
fonte Agência Câmara; Poder360; Congresso em Fococamara.leg.brpoder360.com.brcongressoemfoco.com.br
Promessas da eleição de 2022
Não cumpriu 2022
Recriar o Ministério da Segurança Pública
fonte g1 (via Fenafisco); Gazeta do Povofenafisco.org.brgazetadopovo.com.br
Flávio Bolsonaro
Facções tratadas como terroristas, penas maiores, militares nas fronteiras e reconhecimento facial no país todo.
Classificar PCC, CV e milícias como 'narcoterroristas'; dobrar o investimento federal; tropas nas fronteiras, portos e aeroportos; reconhecimento facial nacional ('Muralha'); penas maiores. Foi relator do fim das 'saidinhas' (2024).
Declarar PCC, CV e milícias 'organizações narcoterroristas'; dobrar o investimento federal em segurança; Sistema Nacional de Fronteira com as Forças Armadas; quadruplicar a pena para furto de celular.
fonte Gazeta do Povo (19/08/2026)
Relator do projeto que acabou com as saídas temporárias de presos (Lei 14.843/2024).
fonte Folha (via Acessa)
Lula
PEC da Segurança, controle de armas e câmeras nos policiais.
PEC da Segurança (SUSP na Constituição; mais atribuições para PF e PRF) e Ministério da Segurança se a PEC passar. Câmeras corporais, rastreio de armas, decretos que restringiram armas para CACs (2023). Disse em 2025 que 'traficantes são vítimas dos usuários' e depois se retratou.
Enviou a PEC 18/2025 (SUSP na Constituição; mais atribuições para PF e PRF); plano 2026 prevê Ministério da Segurança Pública se ela for aprovada, câmeras corporais e rastreabilidade de armas.
fonte Congresso em Foco; Agência Senado
Sancionou o Estatuto do Desarmamento (2003); em 2023 editou decretos restringindo acesso a armas por CACs.
fonte Lei 10.826/2003; Decreto 11.615/2023
'Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também'. No mesmo dia, disse que a frase foi 'mal colocada' e reafirmou posição contra o tráfico.
fonte Poder360; Jornal de Brasília (24/10/2025)
Flávio Bolsonaro
Contra liberar a maconha; o partido dele apoiou tornar crime o porte de qualquer quantidade.
Contra a descriminalização: chamou a decisão do STF sobre maconha de 'retrocesso' que 'fortalece o crime organizado' (2024). Promete ministros do STF 'contra as drogas'. O PL apoiou a PEC das Drogas.
Sobre a decisão do STF que descriminalizou o porte de maconha: 'retrocesso na luta contra o tráfico, só fortalece o crime organizado'; disse que haveria 'mais vendedores de maconha do que vendedoras da Avon'.
fonte A Tarde (06/2024)
Votou 'Sim' nos dois turnos da PEC 45/2023, que torna crime o porte de qualquer quantidade de droga. O Senado aprovou o texto por 53 a 9 (1º turno) e 52 a 9 (2º turno).
fonte Senado Federal (votação nominal); Correio Braziliense (17/04/2024)www25.senado.leg.brwww12.senado.leg.br
Lula
Contra legalizar e crítico do STF no caso da maconha. A lei que ele sancionou em 2006 acabou com a prisão para o usuário.
Contra a legalização. Criticou o STF por decidir sobre a maconha ('não tem que se meter em tudo', 2024). Sancionou a Lei de Drogas de 2006 (sem prisão para usuário e penas maiores para tráfico); o PT votou contra a PEC das Drogas. Plano de 2018 propunha mudar o paradigma da 'guerra às drogas'.
Sancionou a Lei de Drogas: fim da prisão para usuário e penas maiores para tráfico.
fonte Lei 11.343/2006
Criticou o STF por julgar a descriminalização da maconha: 'não tem que se meter em tudo'. O PT orientou voto contra a PEC das Drogas no Senado.
fonte O Antagonista (26/06/2024); Correio Braziliense (17/04/2024)
O plano de governo de 2018 propunha mudança no paradigma da 'guerra às drogas' (Plano Nacional de Redução da Mortalidade da Juventude Negra).
fonte Fundação Perseu Abramo
Flávio Bolsonaro
Cortar gastos do governo: juntar ou fechar pelo menos 10 ministérios, reduzir cargos de confiança (indicados sem concurso) e outras despesas, e rever como o dinheiro é dividido entre governo federal, estados e cidades.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Parte por decreto do presidente; parte por lei no Congresso.
'Tesouraço' nos gastos; reforma administrativa com corte de pelo menos 10 ministérios, cargos comissionados e despesas; revisão do pacto federativo
fonte Agência Brasil (18/09/2026)agenciabrasil.ebc.com.br
Baixar os impostos da conta de luz, da gasolina e do diesel, e rever a reforma tributária aprovada em 2023.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Congresso. Parte do imposto da luz e do combustível é dos estados (ICMS).
Reduzir impostos sobre energia elétrica e combustíveis; revisar a reforma tributária
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Vender empresas do governo para a iniciativa privada (privatizar) e cortar gastos para os juros caírem.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Algumas vendas precisam de autorização do Congresso.
Retomar desestatizações; corte de gastos como meio de reduzir juros
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Lula
Manter a regra atual que limita o crescimento dos gastos do governo (o “arcabouço fiscal”), fazer quem ganha mais pagar proporcionalmente mais imposto e ouvir a população no planejamento do orçamento.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: A regra já é lei; mudanças nos impostos precisam do Congresso.
Manter o arcabouço fiscal; progressividade tributária; PPA participativo
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Manter a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, aprovada em 2025 e em vigor desde 2026. Para compensar, quem ganha mais de R$ 50 mil por mês paga um imposto mínimo.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Já é lei. A proposta é manter.
Consolidar isenção do IR até R$ 5 mil com taxação de super-ricos
fonte Estado de Minas; 95 FMem.com.br95fmoficial.com.br
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Virou lei 2023
Fomento ao microcrédito e às microfinanças (moradia, mobilidade, formação, saúde; contratação digital)
fonte Congresso Nacional; Radar Brasília; Brasil de Fato; PTcongressonacional.leg.brradardigitalbrasilia.com.brbrasildefato.com.brpt.org.br
Virou lei 2023
Isenção de IPVA para veículos com 20 anos ou mais
fonte TV Senado; Agência Câmarawww12.senado.leg.brcamara.leg.br
Foi feito 2020–2026
R$ 271 milhões empenhados; 16% para o Ministério da Justiça; Forças Armadas e PF em seguida
fonte Folha (via Acessa)acessa.com
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2021
Deu autonomia ao Banco Central: presidente e diretores passaram a ter mandatos de 4 anos que não coincidem com o do presidente da República
fonte Congresso em Foco; Migalhascongressoemfoco.com.brmigalhas.com.br
Virou lei 2022
A três meses da eleição, um estado de emergência liberou R$ 41,25 bilhões fora do teto de gastos: o Auxílio Brasil foi de R$ 400 para R$ 600 e houve auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros, entre outras medidas, até dezembro de 2022
fonte Mercado & Consumo; A Gazetamercadoeconsumo.com.bragazeta.com.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Foi feito 2005
Quitação antecipada da dívida com o FMI
fonte Brasil 247; Poder360brasil247.compoder360.com.br
Virou lei 2023
Substitui o teto de gastos
fonte LexML; Congresso em Focolexml.gov.brcongressoemfoco.com.br
Cumpriu 2023
Reforma tributária: CBS, IBS, cashback, cesta básica
fonte g1 (via Fenafisco)fenafisco.org.brlexml.gov.br
Cumpriu 2025
Isenção compensada com taxação de altas rendas
fonte g1 (via News Rondônia/Fenafisco)newsrondonia.com.brfenafisco.org.br
Cumpriu 2023
Fim da paridade de preços de importação
fonte Money Times; Politize; Vermelho (g1)moneytimes.com.brpolitize.com.brvermelho.org.br
Cumpriu 2023–2026
Manter as estatais públicas
fonte Em Dia ES (g1)emdiaes.com.br
Promessas da eleição de 2022
Não cumpriu 2022
Fim do 'orçamento secreto' e orçamento participativo
fonte g1 (via Fenafisco); Folha PEfenafisco.org.brfolhape.com.br
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
Deixou de defender 1989
Suspender o pagamento da dívida externa e fazer auditoria; romper com o FMI
fonte Fundação Perseu Abramo; Poder360; Brasil 247fpabramo.org.brpoder360.com.brbrasil247.com
Não foi eleito 1994/1998
Aumento real progressivo do salário mínimo; reforma tributária contra sonegação; reforma agrária
fonte FGV/CPDOCatlas.fgv.br
Cumpriu 2002
Honrar contratos, inflação controlada, câmbio livre e superávit primário
fonte Fundação Perseu Abramo; PTfpabramo.org.brpt.org.br
Cumpriu em parte 2002
Reformas tributária, previdenciária e trabalhista; combate à fome
fonte Agência Senado; Câmara (texto da EC 41/2003); PTwww12.senado.leg.brwww2.camara.leg.brpt.org.br
Cumpriu 2022
Fim do teto de gastos; fim do PPI; reforma tributária
fonte Exame; g1 (via Vermelho)exame.comvermelho.org.br
Flávio Bolsonaro
Governo menor: cortar gastos e ministérios, privatizar e baixar impostos.
Estado menor: 'tesouraço', corte de pelo menos 10 ministérios, privatizações, menos impostos sobre energia e combustíveis, revisão da reforma tributária. Prioridade a beneficiários de programas sociais em primeiro emprego.
'Tesouraço' nos gastos, corte de pelo menos 10 ministérios, desestatizações, redução de impostos sobre energia e combustíveis, revisão da reforma tributária.
fonte Agência Brasil (18/09/2026)
A campanha de Lula usa declaração de Flávio contrária à proposta de fim da escala 6x1.
fonte Viva/Broadcast Político (03/09/2026)
Lula
Governo mais presente: programas sociais, sem Imposto de Renda até R$ 5 mil, salário mínimo maior e fim da escala 6x1.
Estado indutor: Bolsa Família, Fome Zero, Prouni e MCMV nos mandatos anteriores; agora isenção do IR até R$ 5 mil, salário mínimo com ganho real, arcabouço fiscal e proposta de fim da escala 6x1.
Isenção do IR até R$ 5 mil, valorização do salário mínimo, arcabouço fiscal; plano 2026 propõe o fim da escala 6x1 com jornada de 40 horas sem redução salarial.
fonte Congresso em Foco (08/08/2026)
Jornada, salário, sindicatos, aplicativos e o que cada um diz sobre o tema
Flávio Bolsonaro
Foca na redução do custo formal do trabalho (encargos) em vez do aumento do salário mínimo por decreto. Criação de banco nacional de vagas.
Lula
Política de valorização do salário mínimo, garantindo aumento real todos os anos.
Flávio Bolsonaro
Maior flexibilização. Preserva possibilidade de convenções, mas incentiva negociação individual.
Lula
Retomar a assistência dos sindicatos nas homologações de rescisões e conter a pejotização.
Flávio Bolsonaro
Foca no combate às fraudes no INSS ("Brasil sem Fila") sem propor novas idades. Manutenção de renda para apps com proteção social.
Lula
Regras claras sobre a relação de trabalho para aplicativos (saúde, previdência). Reestruturar a base de financiamento da Previdência.
Flávio Bolsonaro
Classificou a discussão do fim da escala 6x1 como oportunismo de Lula no 2º turno. Pretende usar a maioria no Congresso eleito para promover mudanças na Constituição Federal.
Lula
Economia cresce com dinheiro circulando. Defende a melhoria de vida da classe média baixa. Usa a votação da escala 6x1 no Senado para desafiar a oposição.
Flávio Bolsonaro
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Lula
Acabar com a escala 6x1 (trabalhar 6 dias e folgar 1) e baixar a jornada máxima de 44 para 40 horas por semana, sem cortar salário. Também quer conter a “pejotização”, quando a empresa contrata como PJ (com CNPJ) para não assinar a carteira.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Mudar a Constituição: precisa de 3 em cada 5 votos de deputados e de senadores, em duas votações em cada casa.
Fim da 6x1 e 40h sem redução salarial; conter a pejotização
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Criar regras de trabalho para motoristas e entregadores de aplicativo, como ganho mínimo e acesso ao INSS. Em 2024, o governo mandou ao Congresso um projeto nesse sentido para motoristas.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Lei aprovada pelo Congresso.
Regras para trabalhadores de aplicativo
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Continuar aumentando o salário mínimo todo ano acima da inflação. Desde 2025, esse ganho acima da inflação tem um limite de até 2,5% ao ano.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Já existe regra em lei; manter depende do orçamento.
Valorização do salário mínimo acima da inflação
fonte Congresso em Foco; 95 FMcongressoemfoco.com.br95fmoficial.com.br
Flávio Bolsonaro
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2019
Lei da Liberdade Econômica: menos burocracia para abrir e manter negócios de baixo risco, que passaram a dispensar alvará, e mudanças em regras trabalhistas
fonte Jornal Opçãojornalopcao.com.br
Resultado 2020–2022
O salário mínimo foi corrigido só pela inflação em 2020, 2021 e 2022, sem aumento real. O último ganho acima da inflação foi em 2019, pela regra antiga
fonte Diário do Nordestediariodonordeste.verdesmares.com.br
Como deputado estadual no Rio (2003–2019)
Virou lei 2016
Transparência em exames psicotécnicos de concursos: acesso aos motivos da reprovação e direito a recurso
fonte Alerj (base de leis); Folha (via Acessa)alerjln1.alerj.rj.gov.bracessa.com
2015
Autoriza jornada de 20 horas para servidores e militares responsáveis por pessoa com deficiência
fonte Alerj (base de leis)alerjln1.alerj.rj.gov.brwww3.alerj.rj.gov.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Cumpriu 2023–2026
Reajuste pela inflação mais o PIB
fonte Vermelho (g1); Examevermelho.org.brexame.com
Ainda em votação 2026
40 horas semanais sem redução de salário
fonte PT; N3newspt.org.brn3news.com.br
Ainda em votação 2015/2026
Fim da escala 6x1
fonte JOTA; N3newstagteam.harvard.edun3news.com.br
Promessas da eleição de 2022
Não cumpriu 2022
Revisar a reforma trabalhista; regular trabalho por aplicativo
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
Não foi eleito 1982
Acesso da classe trabalhadora ao poder
fonte FGV/CPDOC; Fundação Perseu Abramoatlas.fgv.brfpabramo.org.br
Não foi aprovado 1987–1988
Jornada semanal de 40 horas
fonte Agência Senado (Arquivo S); Revista Fórumwww12.senado.leg.brrevistaforum.com.br
Não foi aprovado 1987
Estabilidade no emprego, com CUT e CGT
fonte Folha 13/08/1987 (acervo Senado)www2.senado.leg.br
Não foi eleito 1989
Duplicar o salário mínimo real no 1º ano; fortalecer estatais
fonte Brasil 247brasil247.com
Não foi eleito 1998
Dobrar o poder de compra do salário mínimo até 2002
fonte FGV/CPDOCatlas.fgv.br
Flávio Bolsonaro
Levar os pedidos ao INSS para o meio digital, para liberar aposentadorias e auxílios mais rápido. O plano também fala em gestão profissional do INSS, sem interferência de sindicatos e associações. Hoje muitos pedidos já são feitos pelo aplicativo Meu INSS.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Decisão do governo e dinheiro no orçamento para tecnologia e pessoal no INSS.
Digitalizar os processos da Previdência para reduzir as filas do INSS e acelerar a concessão de benefícios, com gestão profissional e sem interferência de entidades sindicais
fonte g1 (19/09/2026); Viva (18/08/2026)g1.globo.comviva.com.br
Reforçar a fiscalização e o controle do INSS para impedir golpes e descontos sem autorização nas aposentadorias. O plano também promete proteger de indicações políticas os fundos de pensão dos funcionários de estatais.
Pode ajudar
Pode prejudicar
Depende de: Decisão do governo; parte das regras pode precisar de lei.
Pacote antifraude na Previdência, com reforço da fiscalização e do controle no INSS, e proteção dos fundos de pensão das estatais contra indicações políticas
fonte g1 (19/09/2026); Viva (18/08/2026)g1.globo.comviva.com.br
Lula
Buscar outras fontes de dinheiro para pagar a Previdência, além das contribuições de hoje, e trazer mais gente para dentro do INSS, como quem trabalha por aplicativo.
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Pode prejudicar
Depende de: Lei aprovada pelo Congresso.
Diversificar as fontes de custeio da Previdência e ampliar o acesso, incluindo o financiamento e a cobertura de quem trabalha por plataforma (aposentadoria, incapacidade, acidentes e maternidade)
fonte g1 (19/09/2026); plano registrado no TSE, p. 77g1.globo.complanodegoverno2026.com.br
Continuar aumentando o salário mínimo todo ano acima da inflação. Desde 2025, esse ganho acima da inflação tem um limite de até 2,5% ao ano.
Pode ajudar
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Depende de: Já existe regra em lei; manter depende do orçamento.
Valorização do salário mínimo acima da inflação
fonte Congresso em Foco; 95 FMcongressoemfoco.com.br95fmoficial.com.br
Criar regras de trabalho para motoristas e entregadores de aplicativo, como ganho mínimo e acesso ao INSS. Em 2024, o governo mandou ao Congresso um projeto nesse sentido para motoristas.
Pode ajudar
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso.
Regras para trabalhadores de aplicativo
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Virou lei 2019
Votou a favor da Reforma da Previdência, que criou idade mínima para se aposentar pelo INSS (65 anos para homens e 62 para mulheres) e mudou o cálculo das aposentadorias
fonte Agência Senado (22/10/2019)www12.senado.leg.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2019
Propôs e aprovou a Reforma da Previdência: idade mínima para se aposentar pelo INSS (65 anos para homens e 62 para mulheres), mais tempo de contribuição para receber o valor cheio e cálculo pela média de todos os salários
fonte Agência Senado; Planaltowww12.senado.leg.brplanalto.gov.br
Investigado 2019
Começaram os descontos sem autorização em aposentadorias, feitos por associações com acordo com o INSS. O esquema seguiu até 2024 e foi interrompido em 2025, no governo Lula
fonte Aos Fatos; Agência Câmaraaosfatos.orgcamara.leg.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Virou lei 2003
Reforma da previdência dos servidores
fonte LexML (busca)lexml.gov.br
Virou lei 2024
Limitou o aumento do salário mínimo acima da inflação a no máximo 2,5% ao ano, de 2025 a 2030. Como nenhuma aposentadoria pode ser menor que o mínimo, o limite vale também para quem recebe o piso do INSS
fonte O Povo (29/12/2024); Money Timesopovo.com.brmoneytimes.com.br
Cumpriu 2023–2026
Reajuste pela inflação mais o PIB
fonte Vermelho (g1); Examevermelho.org.brexame.com
Cumpriu 2023
Recria Previdência, Cultura e Pesca; cria Povos Indígenas
fonte Congresso em Foco (g1)congressoemfoco.com.brlexml.gov.br
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
Cumpriu em parte 2002
Reformas tributária, previdenciária e trabalhista; combate à fome
fonte Agência Senado; Câmara (texto da EC 41/2003); PTwww12.senado.leg.brwww2.camara.leg.brpt.org.br
Flávio Bolsonaro
Não achamos casos ligados a este assunto.
Lula
Em investigação 2019–2024
Flávio Bolsonaro
A campanha diz que vai manter a aposentadoria ligada ao salário mínimo. Mas a equipe econômica já estudou separar as duas coisas, e a coordenadora econômica não descartou mudar a regra.
Em março de 2026, o coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse à Folha de S.Paulo que o modelo da Previdência “está estourando” e que vão ter que revisitá-la. Em abril, a Folha noticiou que a equipe econômica estudava corrigir aposentadorias e BPC só pela inflação, separando esses benefícios do aumento do salário mínimo; Flávio negou e chamou a reportagem de fake news. No Jornal Nacional (28/08), disse que não fará economia com aposentados, sem dizer se manteria a ligação com o salário mínimo. Em 9/09, a coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, disse ao Estadão que o governo vai cortar gastos antes de discutir mudanças no salário mínimo ou na Previdência, e que esse debate “talvez não seja necessário”. Em 25/09, Adolfo Sachsida, da coordenação do plano econômico, disse que a campanha vai manter a ligação entre salário mínimo e aposentadorias.
Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio, à Folha de S.Paulo: “a gente vai ter que revisitar a Previdência”. Não detalhou o que mudaria.
fonte Folha de S.Paulo, via Gazeta do Povo e Jornal de Brasíliagazetadopovo.com.brjornaldebrasilia.com.br
A Folha noticiou que a equipe econômica estudava corrigir aposentadorias, BPC e outros benefícios só pela inflação, separando-os do aumento do salário mínimo, que continuaria valendo para quem trabalha. Flávio negou e chamou a reportagem de fake news.
fonte Folha de S.Paulo, via Correio Braziliense e Bahia Notíciascorreiobraziliense.com.brbahianoticias.com.br
No Jornal Nacional: “Não farei economia com quem ganha salário mínimo, não farei economia com aposentados”. Perguntado se aposentadorias e benefícios continuariam sendo corrigidos junto com o salário mínimo, não respondeu.
fonte Aos Fatos; Exame; g1 (19/09/2026)aosfatos.orgexame.comg1.globo.com
Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha, ao Estadão: o governo vai cortar gastos e privilégios antes de discutir mudanças no salário mínimo ou uma nova reforma da Previdência. Perguntada se esse debate poderia ficar para depois: “Talvez não seja necessário”.
fonte Estadão, via Poder360poder360.com.br
Adolfo Sachsida, ex-ministro que participa da coordenação do plano econômico, disse no X que a campanha preparou medidas para manter a ligação entre o salário mínimo e os benefícios da Previdência, para proteger os idosos.
fonte Reuters, via InfoMoneyinfomoney.com.br
Lula
Diz que não vai separar a aposentadoria do salário mínimo e promete aumento acima da inflação, mas em 2024 limitou esse aumento a até 2,5% ao ano.
Em junho de 2024, em entrevista ao UOL, descartou desvincular as aposentadorias do salário mínimo e disse que a política de valorização do mínimo será mantida enquanto for presidente. Em dezembro de 2024, sancionou a lei que limita o aumento acima da inflação a até 2,5% ao ano, de 2025 a 2030. O plano de 2026 promete manter o aumento real e não fala em aumentar a idade mínima.
Ao UOL, descartou desvincular as aposentadorias do salário mínimo: “A política de valorização do salário mínimo será mantida enquanto for presidente da República”.
fonte UOL, via Diário de Pernambucodiariodepernambuco.com.br
Sancionou a lei do pacote de corte de gastos que limita o aumento do salário mínimo acima da inflação a até 2,5% ao ano, de 2025 a 2030.
fonte O Povo (29/12/2024)opovo.com.br
Plano de governo de 2026: manter a regra de reajuste do salário mínimo com aumento real para trabalhadores, aposentados e quem recebe o BPC. Não menciona mudanças no cálculo dos benefícios.
fonte g1 (19/09/2026)g1.globo.com
Flávio Bolsonaro
Voltar com o Casa Verde e Amarela, programa de casa própria do governo Bolsonaro que substituiu o Minha Casa Minha Vida em 2020, e construir 2,5 milhões de moradias.
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Depende de: Dinheiro no orçamento e crédito do FGTS.
Retomar o Casa Verde e Amarela com meta de 2,5 milhões de moradias
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Chamar empresas privadas para levar água e esgoto às casas (concessões e parcerias), garantir água em todas as escolas e fechar os lixões.
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Depende de: Estados e prefeituras, que são donos do serviço, e contratos com empresas.
Acelerar concessões/PPPs; água em escolas; fechar lixões
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Dar prioridade a quem recebe programa social, como o Bolsa Família, nos cursos de qualificação e nas vagas de primeiro emprego.
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Depende de: Parceria com empresas, estados e prefeituras.
Prioridade a beneficiários de programas sociais em primeiro emprego e qualificação
fonte O Tempootempo.com.br
Lula
Ampliar a Política Nacional de Cuidados, que apoia quem cuida de crianças, idosos e pessoas com deficiência. Esse trabalho hoje fica quase todo com as mulheres, sem pagamento.
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Depende de: Dinheiro no orçamento e parceria com estados e prefeituras.
Ampliar a Política Nacional de Cuidados
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2019–2026
Título definitivo para ocupante de imóvel irregular de até 80 m² em terreno público urbano
fonte Folha (via Acessa)acessa.comjornaldebrasilia.com.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2020
Auxílio Emergencial na pandemia: R$ 600 por mês para trabalhadores informais e de baixa renda. O governo propôs R$ 200; o valor subiu para R$ 600 num acordo com o Congresso
fonte Agência Senado; Money Timeswww12.senado.leg.brmoneytimes.com.br
Foi feito 2021
Acabou com o Bolsa Família, criado em 2003, e pôs no lugar o Auxílio Brasil, com valor médio maior (de R$ 184 para R$ 217). Em agosto de 2022, a três meses da eleição, o benefício subiu para R$ 600
fonte IstoÉ Dinheiro; A Gazetaistoedinheiro.com.bragazeta.com.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Foi feito 2003
Estratégia contra a fome e a extrema pobreza
fonte Fundação Perseu Abramo; Wikipediafpabramo.org.bren.wikipedia.org
Virou lei 2003–2004
Cria o Bolsa Família
fonte LexML (busca)lexml.gov.br
Virou lei 2009
Minha Casa, Minha Vida
fonte LexML (busca)lexml.gov.br
Virou lei 2023
Novo Bolsa Família
fonte LexML (busca)lexml.gov.br
Promessas da eleição de 2022
Cumpriu 2022
Tirar o Brasil do Mapa da Fome
fonte g1 (via News Rondônia)newsrondonia.com.br
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
2022
Tirar da fome 33 milhões; desmatamento zero na Amazônia; retomar programas sociais
fonte Exameexame.com
Flávio Bolsonaro
Foco em ocupar áreas dominadas pelo crime e retomar o Casa Verde e Amarela.
Foco em ocupação pela segurança e combate às facções. Retomada do Casa Verde e Amarela (2,5 milhões de moradias) e saneamento via concessões. Posição pública dele sobre a Operação Contenção (2025) não localizada.
Retomar o Casa Verde e Amarela (meta de 2,5 milhões de moradias) e acelerar concessões de saneamento. Posição pública específica sobre a Operação Contenção não localizada.
fonte Agência Brasil (18/09/2026)
Lula
Criou o Minha Casa Minha Vida e o PAC das favelas; criticou a operação policial mais letal do Rio.
PAC Urbanização de Favelas (2007), Minha Casa Minha Vida (2009, retomado em 2023), Secretaria Nacional de Periferias (2023). Criticou a operação policial no Penha/Alemão e pediu investigação independente.
Lançou o PAC Urbanização de Favelas (2007) e o Minha Casa Minha Vida (2009, retomado em 2023); criou a Secretaria Nacional de Periferias (2023).
fonte Registro oficial
Após a Operação Contenção, o governo estudou assistência às famílias dos mortos e a ministra dos Direitos Humanos visitou o Complexo da Penha.
fonte Portal de Prefeitura (04/11/2025)
Flávio Bolsonaro
Guardar seu histórico de saúde (exames, consultas, remédios) num sistema digital que o SUS e hospitais particulares possam consultar, e fazer consultas por vídeo onde falta médico.
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Depende de: Investimento em tecnologia e regras de proteção de dados.
Digitalizar prontuários e compartilhá-los com hospitais privados; telessaúde em regiões sem médico ou com fila
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Aumentar as equipes de Saúde da Família (o médico e o agente de saúde do posto do bairro), criar um programa para atender idosos e centros especializados em autismo (TEA).
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Depende de: Dinheiro no orçamento e profissionais para as equipes.
Ampliar a Estratégia Saúde da Família; Programa de Atendimento aos Idosos; Centros de Referência em TEA
fonte O Tempootempo.com.br
Lula
Consultas pelo celular, um prontuário único com seu histórico, inteligência artificial para organizar a fila de atendimento e continuar o Mais Médicos, que leva médicos para o interior e as periferias.
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Depende de: Investimento em tecnologia e regras de proteção de dados.
Teleconsulta; prontuário único; IA na triagem; Mais Médicos
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Fazer exames simples nas farmácias do Farmácia Popular e pagar hospitais particulares para atender pacientes do SUS, para diminuir a fila de cirurgias e de especialistas.
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Depende de: Dinheiro no orçamento e contratos com hospitais e farmácias.
Farmácia Popular com exames; parcerias com hospitais privados
fonte Estado de Minas; Programa (PDF)em.com.brstatic.poder360.com.br
onde os dois concordam
Os dois planos propõem prontuário eletrônico único e atendimento a distância (telessaúde ou teleconsulta), com participação da rede privada.
Leitura da equipe a partir dos itens citados. Toque para conferir cada um.
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2019
Inclui a ABBR entre as beneficiárias de um concurso anual da loteria esportiva
fonte Câmaracamara.leg.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Apontado pela CPI 2020
Demorou a comprar vacinas contra a Covid: segundo a CPI da Covid, a Pfizer procurou o governo 34 vezes em 2020 e seis propostas ficaram sem resposta. As primeiras doses da Pfizer só foram compradas em março de 2021
fonte CNN Brasilcnnbrasil.com.br
Virou lei 2019
Criou o Médicos pelo Brasil para substituir o Mais Médicos. O primeiro edital do programa só saiu em dezembro de 2021
fonte Congresso em Foco; Câmara dos Deputadoscongressoemfoco.com.brwww2.camara.leg.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Cumpriu 2023
Meta de 28 mil profissionais até o fim de 2023
fonte Congresso em Foco (g1)congressoemfoco.com.brlexml.gov.br
Flávio Bolsonaro
Prontuário digital, consulta por vídeo, mais Saúde da Família e centros para autismo.
Prontuário digital compartilhado com hospitais privados, telessaúde, ampliação da Saúde da Família, programa para idosos e centros de referência em autismo (TEA). 'Não vai faltar vacina' (2026).
Digitalizar prontuários e compartilhá-los com hospitais privados; telessaúde; ampliar a Estratégia Saúde da Família; programa para idosos; centros de referência em TEA.
fonte Agência Brasil; O Tempo
Lula
Criou o Farmácia Popular, relançou o Mais Médicos e promete consulta pelo celular.
Criou o Farmácia Popular (2004), relançou o Mais Médicos (2023) e lançou o Agora Tem Especialistas (2025). Plano 2026: teleconsulta, prontuário único, IA na triagem e exames no Farmácia Popular.
Criou o Farmácia Popular (2004), relançou o Mais Médicos (2023) e lançou o Agora Tem Especialistas (2025).
fonte Registro oficial
Plano 2026: teleconsulta, prontuário único, marcação pelo celular, IA na triagem, exames no Farmácia Popular, parcerias com hospitais privados.
fonte Congresso em Foco; Estado de Minas
Flávio Bolsonaro
Defendeu a cloroquina no início, depois se vacinou e passou a defender a vacina. Diz que o pai agiu certo.
No início defendeu cloroquina, disse ter se tratado com ela (2020) e apoiou o 'isolamento vertical'. Escoltou Pazuello à CPI (2021). Vacinou-se publicamente em jul/2021 e passou a defender a vacinação, mas sustenta que o pai agiu certo.
Defendeu cloroquina e o 'isolamento vertical' no início da pandemia; disse ter se tratado com hidroxicloroquina e azitromicina.
fonte Portal Tela (17/05/2026)
Acompanhou o ex-ministro Eduardo Pazuello na chegada para depor à CPI da Covid.
fonte Crusoé (19/05/2021)
Vacinou-se publicamente e passou a defender a vacinação.
fonte Portal Tela (17/05/2026)
Defendeu a condução do pai na pandemia e prometeu: 'não vai faltar vacina para ninguém'.
fonte Congresso em Foco (2026)
Lula
Defendeu ficar em casa e a vacina.
Fora do cargo, defendeu ficar em casa e a vacinação. Pediu desculpas pela frase 'ainda bem que a natureza criou esse monstro' (mai/2020). Como presidente, atribuiu metade das mortes ao 'negacionismo' do governo anterior (2023).
'Ainda bem que a natureza... criou esse monstro chamado coronavírus', ao defender o papel do Estado. No dia seguinte pediu desculpas pela frase 'totalmente infeliz' e defendeu ficar em casa enquanto não houvesse remédio.
fonte Jornal de Brasília; Jovem Pan (20/05/2020)
Ao fim da emergência sanitária global, disse que ao menos metade das mortes poderia ter sido evitada sem um 'governo negacionista' e pediu que a população se vacinasse.
fonte IstoÉ (05/05/2023)
Flávio Bolsonaro
Ensinar a ler pelo método fônico (aprender o som de cada letra), ter mais escolas cívico-militares (com militares cuidando da disciplina) e dar um vale para pagar creche particular quando não houver vaga na pública.
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Depende de: Lei e dinheiro. Creches e escolas são de responsabilidade principalmente de estados e prefeituras.
Alfabetização pelo método fônico; ampliar escolas cívico-militares; voucher para creches privadas
fonte Agência Brasil; O Tempoagenciabrasil.ebc.com.brotempo.com.br
Pagar alunos que ajudam colegas com dificuldade, ensinar robótica e economia digital, abrir as escolas nas férias e ligar o ensino técnico às vagas de emprego.
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Depende de: Estados e prefeituras, que cuidam das escolas, e dinheiro no orçamento.
Remunerar alunos que dão reforço aos colegas; robótica e economia digital no currículo; escolas abertas nas férias; ensino técnico ligado ao mercado
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Tirar as universidades federais do Ministério da Educação e passar para o Ministério da Ciência e Tecnologia.
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Depende de: Lei ou medida provisória que reorganiza os ministérios.
Transferir o ensino superior do MEC para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Lula
Ter 80% das crianças sabendo ler e escrever na idade certa, aumentar a escola em tempo integral, manter o Pé-de-Meia (dinheiro pago a alunos de baixa renda do ensino médio público que continuam estudando) e abrir mais institutos federais.
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Depende de: Dinheiro no orçamento e parceria com estados e prefeituras.
80% alfabetizadas na idade certa; tempo integral; Pé-de-Meia; institutos federais
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
onde os dois concordam
Os dois planos dão prioridade à alfabetização, com métodos e metas diferentes.
Leitura da equipe a partir dos itens citados. Toque para conferir cada um.
Flávio Bolsonaro
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Recuou depois 2019
Bloqueou 30% das verbas de manutenção das universidades e institutos federais (água, luz, contratos). Depois de protestos, liberou tudo em outubro de 2019
fonte Metrópoles; Jornal de Brasíliametropoles.comjornaldebrasilia.com.br
Foi feito 2019
Criou o programa das escolas cívico-militares, com militares na gestão administrativa e disciplinar de escolas públicas
fonte Money Timesmoneytimes.com.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Virou lei 2004–2005
Prouni
fonte LexML (busca)lexml.gov.br
Cumpriu 2023–2026
Repasse de R$ 4 bi (2023) para R$ 6,8 bi (2026)
fonte Em Dia ES (g1)emdiaes.com.br
Promessas da eleição de 2022
Cumpriu em parte 2022
Internet banda larga em todas as escolas públicas
fonte Em Dia ES (g1)emdiaes.com.br
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
Não foi eleito 1994
'Nenhuma criança fora da escola'; reforma agrária
fonte Poder360 (cartazes)poder360.com.br
Flávio Bolsonaro
Quer maioridade penal aos 16 anos, mais escolas cívico-militares e vale para creche particular.
Defende reduzir a maioridade penal para 16 anos (PEC 32/2019) e castração química para abusadores. Defende escolas cívico-militares, combate à 'doutrinação' e voucher para creches privadas.
Autor da PEC 32/2019: maioridade penal aos 16 anos e responsabilização a partir dos 14 em crimes graves.
fonte Senado (PEC 32/2019); Metrópoles
Projeto para criminalizar expor menores de 14 anos a eventos artísticos com nudez.
fonte Folha (via Acessa, 30/05/2026)
Ampliar escolas cívico-militares, alfabetização pelo método fônico, voucher para creches privadas e combate à 'doutrinação político-partidária' nas escolas.
fonte Agência Brasil; CUT (25/09/2026)
Lula
Sancionou leis contra o bullying e de proteção de crianças na internet; mantém o Bolsa Família por criança e o Pé-de-Meia.
Sancionou lei que tipifica o bullying e endurece crimes contra crianças (2024) e o ECA Digital (2025). Mantém adicional do Bolsa Família por criança e o Pé-de-Meia; meta de 80% de alfabetização na idade certa.
Sancionou lei que inclui bullying e cyberbullying no Código Penal e endurece crimes contra crianças.
fonte Lei 14.811/2024
Sancionou o ECA Digital (proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais).
fonte Lei 15.211/2025
Plano 2026: 80% das crianças alfabetizadas na idade certa, tempo integral, manter o Pé-de-Meia.
fonte Congresso em Foco (08/08/2026)
Flávio Bolsonaro
Colocar tornozeleira eletrônica em todo agressor que tenha medida protetiva contra ele e fazer o condenado por feminicídio cumprir a pena inteira, sem redução.
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso e dinheiro para os estados.
'Tolerância zero' ao feminicídio: tornozeleira eletrônica para agressores com medida protetiva; cumprimento integral de penas
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Oferecer empréstimos pequenos e mais fáceis (microcrédito) e apoio para mulheres que querem abrir ou aumentar um negócio.
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Depende de: Bancos públicos e regras de crédito.
Microcrédito e apoio ao empreendedorismo feminino
fonte Bandband.com.br
Lula
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2026
Política Nacional de UPAs da Mulher (UPAM) no SUS
fonte Senado; Agência Públicawww25.senado.leg.brapublica.org
Ainda em votação 2026
Autoridade policial pode conceder de imediato medidas protetivas de urgência (Lei Maria da Penha)
fonte Agência Pública; Folha (via Acessa)apublica.orgacessa.com
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2021
Sancionou a lei que tornou crime a violência psicológica contra a mulher e criou o programa Sinal Vermelho (um X vermelho na mão para pedir ajuda)
fonte Agência Senadowww12.senado.leg.br
Como deputado estadual no Rio (2003–2019)
Não foi aprovado 2017
Divulgar na internet a lista de condenados por violência contra a mulher, a criança e o adolescente; único PL de Flávio sobre segurança da mulher na Alerj, segundo a Agência Pública
fonte Alerj; Agência Públicaalerjln1.alerj.rj.gov.brapublica.org
Lula
Promessas da eleição de 2022
Cumpriu em parte 2022
Reforçar combate à violência contra mulheres
fonte CNN Brasil; Vermelho (g1)cnnbrasil.com.brvermelho.org.br
Flávio Bolsonaro
Promete tornozeleira para agressor e tolerância zero com o feminicídio. É contra o aborto e quer indicar ministros do STF contra o aborto.
Plano 'Brasil por Elas': tornozeleira para agressores, 'tolerância zero' ao feminicídio e microcrédito. Contra o aborto: promete indicar ao STF ministros contrários ao aborto. Tem poucas propostas legislativas sobre o tema (3 em 24 anos, segundo a Agência Pública).
Eixo 'Brasil por Elas': tornozeleira eletrônica para agressores com medida protetiva, 'tolerância zero' ao feminicídio, cumprimento integral de penas e microcrédito para empreendedoras.
fonte Gazeta do Povo; Band
PL 1.400/2026 (medida protetiva concedida de imediato pela autoridade policial) e PL 1.019/2026 (UPAs da Mulher no SUS). A Agência Pública contou 3 propostas sobre segurança da mulher em 24 anos de mandatos.
fonte Agência Pública (21/08/2026)
Disse que indicará quatro ministros do STF 'contra o aborto, contra as drogas'.
fonte Agora RN (16/08/2026)
Na propaganda de rádio, afirmou que o Brasil teve número recorde de feminicídios em 2025 e responsabilizou o governo pela segurança.
fonte Viva/Broadcast Político (03/09/2026)
Lula
Sancionou a Lei Maria da Penha e a lei de salário igual. Sobre o aborto, já disse que é caso de saúde pública e depois que é pessoalmente contra.
Sancionou a Lei Maria da Penha (2006) e a lei de igualdade salarial (2023). O plano 2026 fala em combate ao feminicídio, autonomia econômica e direitos sexuais e reprodutivos. Sobre o aborto, oscilou: 'questão de saúde pública' (2022) e, depois, 'pessoalmente contra'.
Sancionou a Lei Maria da Penha.
fonte Lei 11.340/2006
Sancionou a lei de igualdade salarial entre homens e mulheres e recriou o Ministério das Mulheres.
fonte Lei 14.611/2023
Plano 2026: ampliar a proteção às mulheres, combater o feminicídio, promover autonomia econômica e 'garantir os direitos sexuais e reprodutivos'; Política Nacional de Cuidados.
fonte SBT News; Congresso em Foco
Aborto: disse em 2022 que deveria ser tratado como questão de saúde pública; depois afirmou ser pessoalmente contra, em carta a evangélicos.
fonte Registro de imprensa
Imprensa registra que o Ministério das Mulheres teve pouca projeção no 3º mandato.
fonte Agora RN (06/07/2026)
Flávio Bolsonaro
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Lula
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Flávio Bolsonaro
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Extinto 2019
Acabou com o Ministério da Cultura, que virou uma secretaria, primeiro no Ministério da Cidadania e depois no do Turismo
fonte Politize!politize.com.br
Barrado em parte pela Justiça 2019
Mandou extinguir centenas de conselhos e comitês com participação da sociedade (a meta era passar de 700 para 50). O STF barrou a extinção dos que tinham sido criados por lei
fonte Conjurconjur.com.br
Como deputado estadual no Rio (2003–2019)
Não foi aprovado 2003–2019
Referendo sobre a manutenção das cotas raciais (três vezes)
fonte Folha (via Acessa)acessa.com
Lula
Não achamos nada que ele já tenha feito sobre isso.
Flávio Bolsonaro
Defende punições mais duras, como castração química e presídios no modelo de El Salvador. Já homenageou um policial depois apontado como chefe de milícia.
Agenda centrada em endurecimento penal: castração química, presídios no modelo de El Salvador, fim da progressão de regime para crimes hediondos. Como deputado estadual, homenageou policiais depois acusados de crimes, entre eles Adriano da Nóbrega.
Plano de governo propõe castração química para condenados por estupro e abuso infantil, presídios federais inspirados em El Salvador, fim da progressão de regime para crimes hediondos e redirecionar recursos de famílias de detentos para famílias de vítimas.
fonte Gazeta do Povo (19/08/2026); Agência Brasil (18/09/2026)
Concedeu moção de louvor (2003) e Medalha Tiradentes (2005) a Adriano da Nóbrega, então PM preso por homicídio (absolvido em 2007) e depois apontado como chefe de milícia. Em 2019, disse que o policial 'sofria uma injustiça, reconhecida com sua absolvição'.
fonte Poder360 (15/02/2020); JB (24/01/2019)
Em discurso na Alerj em 07/02/2007, descreveu milícias como grupos de policiais que buscam 'expurgar' criminosos das comunidades e tratou abusos como 'casos isolados'. Em 2019, disse ser contra as milícias e que a fala de 2007 foi tirada de contexto.
fonte A Gazeta (2019); Vermelho (06/04/2026)agazeta.com.brvermelho.org.br
Propõe sistema nacional de reconhecimento facial ('Muralha Brasileira') integrado a bancos criminais.
fonte Gazeta do Povo; O Tempo
Lula
Criou programas e o ministério de Direitos Humanos e criticou a operação policial com 121 mortos no Rio. É criticado por aliviar violações em países aliados, como a Venezuela.
Lançou o PNDH-3 (2009) e recriou o Ministério dos Direitos Humanos (2023). Chamou de 'matança' a operação policial no Rio com 121 mortos (2025). É criticado por relativizar violações em governos aliados, como a Venezuela.
Instituiu o Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH-3).
fonte Decreto 7.037/2009
Recriou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
fonte Registro oficial
Chamou de 'desastrosa' e 'matança' a operação policial nos complexos da Penha e do Alemão (121 mortos) e defendeu investigação com legistas da PF.
fonte Poder360 (04/11/2025)
Disse que democracia é um 'conceito relativo' ao comentar a Venezuela, o que gerou críticas de defensores de direitos humanos.
fonte Registro de imprensa
Flávio Bolsonaro
O plano não tem propostas para a população LGBTQIA+; quer restringir atletas trans em competições femininas.
Plano sem propostas específicas para a população LGBTQIA+; propõe restringir atletas trans em categorias femininas. Ironizou a linguagem neutra ('todes') em 2026.
Plano sem propostas específicas para a população LGBTQIA+; propõe restringir atletas trans em categorias femininas. (Fonte é central sindical alinhada à oposição a Flávio.)
fonte CUT (25/09/2026)
Usou ironicamente a linguagem neutra ('todes, todys e todxs') ao pedir união da direita.
fonte Estado de Minas (02/2026)
Lula
Criou programas e uma secretaria para a população LGBTQIA+. Ativistas cobram dele posições mais claras.
Programa Brasil sem Homofobia (2004), 1ª Conferência LGBT (2008), Secretaria Nacional LGBTQIA+ e IV Conferência (2023–25). Ativistas já cobraram posicionamento mais explícito dele.
Lançou o programa Brasil sem Homofobia (2004) e realizou a 1ª Conferência Nacional LGBT (2008). Em 2023 criou a Secretaria Nacional dos Direitos LGBTQIA+, reinstalou o Conselho Nacional e realizou a IV Conferência.
fonte Site do PT; ABGLT (manifesto)
Em 2022, a então vereadora Erika Hilton disse que Lula 'não tem se posicionado de forma suficiente'; o plano de 2022 citava a população LGBTQIA+ duas vezes.
fonte CartaCapital (2022)
Flávio Bolsonaro
É contra as cotas raciais e propôs três vezes no Rio uma consulta popular sobre elas. O plano não tem eixo de igualdade racial.
Lula
Criou o Estatuto da Igualdade Racial, renovou a Lei de Cotas e tornou a injúria racial crime de racismo.
Ensino de história afro-brasileira (2003), Estatuto da Igualdade Racial (2010), injúria racial equiparada a racismo e renovação da Lei de Cotas (2023). O plano 2026 põe o combate ao racismo 'no centro' da estratégia.
Tornou obrigatório o ensino de história afro-brasileira (Lei 10.639/2003), criou a Seppir (2003) e sancionou o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/2010).
fonte Registro oficial
Equiparou injúria racial a racismo (Lei 14.532/2023), renovou a Lei de Cotas (Lei 14.723/2023) e criou o Ministério da Igualdade Racial.
fonte Registro oficial
Plano 2026: manter o combate ao racismo 'no centro' da estratégia, implementar as deliberações da V Conapir, regulamentar o Estatuto da Igualdade Racial e implantar a Universidade Indígena.
fonte SBT News (2026)
Flávio Bolsonaro
Votou a favor da Lei Paulo Gustavo. O plano não tem eixo de cultura. Pediu dinheiro privado para o filme sobre o pai.
Votou a favor da Lei Paulo Gustavo (2022). Captou recursos privados para o filme 'Dark Horse' sobre o pai (alvo de inquérito). Plano 2026 sem eixo de cultura localizado.
Votou a favor da Lei Paulo Gustavo (auxílio ao setor cultural pós-pandemia), contra a orientação de auxiliares do governo do pai.
fonte Congresso em Foco (16/03/2022)
Captou recursos de Daniel Vorcaro para o filme 'Dark Horse' sobre Jair Bolsonaro, alvo de inquérito no STF. Ele afirma ter sido patrocínio privado e legal.
fonte O Povo/DW (07/2026)
Lula
Recriou o Ministério da Cultura e autorizou valor recorde de captação pela Lei Rouanet.
Recriou o Ministério da Cultura (2023), executou as leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2 (PNAB) e autorizou valor recorde de captação pela Lei Rouanet (R$ 16,8 bi em 2024).
Recriou o Ministério da Cultura (2023) e executou as leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2 (PNAB).
fonte Poder360 (2023)
O governo autorizou R$ 16,8 bilhões em captação pela Lei Rouanet em 2024, recorde histórico (valor autorizado, não liberado).
fonte Portal de Prefeitura; MinC
Flávio Bolsonaro
Acabar com o desmatamento ilegal até 2029, usando satélites e inteligência artificial para achar e punir quem derruba floresta.
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Depende de: Fiscalização com pessoal e dinheiro (Ibama, Polícia Federal).
Meta de zerar o desmatamento ilegal até 2029 com IA e satélites
fonte O Tempootempo.com.br
Facilitar a licença ambiental para obras e empresas. Se o órgão ambiental demorar para responder, a licença sairia automaticamente. Também quer acabar com o que chama de “sobreposição” entre Funai e Ibama.
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Depende de: Lei aprovada pelo Congresso.
Flexibilizar o licenciamento; autolicenciamento por decurso de prazo; 'eliminar superposições' entre Funai e Ibama
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Explorar mais petróleo e gás, liberar o fracking (técnica que quebra rochas no subsolo com água e produtos químicos para tirar gás), acelerar a mineração com dinheiro de fora e produzir combustível “verde” para aviões.
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Depende de: Leis, licenças ambientais e leilões.
Ampliar petróleo e gás, liberar o fracking, acelerar a mineração com capital estrangeiro, combustível sustentável de aviação
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Lula
Preparar as cidades para enchentes, secas e calor extremo: obras contra enchentes, garantia de água e alerta de desastres.
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Depende de: Dinheiro no orçamento e prefeituras.
Adaptação climática; segurança hídrica e prevenção de desastres
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2021
Prioriza a reciclagem de baterias de veículos elétricos
fonte Senado; Congresso Nacional; Brasil de Fatowww25.senado.leg.brcongressonacional.leg.brbrasildefato.com.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Resultado 2019–2021
O desmatamento na Amazônia subiu nos três primeiros anos do governo e chegou a 13.038 km² em 2021, o maior desde 2006
fonte Inpegov.br
Paralisado 2019
Extinguiu os comitês que geriam o Fundo Amazônia. Noruega e Alemanha suspenderam os repasses, e o fundo, com R$ 3,4 bilhões doados, ficou parado até o fim do governo
fonte Correio Braziliensecorreiobraziliense.com.br
Lula
Não achamos nada que ele já tenha feito sobre isso.
Flávio Bolsonaro
Melhorar estradas, ferrovias e portos para escoar a safra, construir mais armazéns e produzir adubo no Brasil, em vez de comprar de fora.
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Depende de: Dinheiro público e investimento privado.
Corredores logísticos, aumento da armazenagem de safras, apoio à produção nacional de fertilizantes
fonte Agência Brasilagenciabrasil.ebc.com.br
Ampliar o seguro que protege o produtor rural quando perde a safra (seca, enchente) e facilitar a renegociação das dívidas do campo.
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Depende de: Dinheiro no orçamento.
Ampliar Seguro Rural e instrumentos de securitização/renegociação de dívidas agrícolas
fonte O Tempootempo.com.br
Lula
Mais crédito barato para a agricultura familiar e comprar dela 45% da comida da merenda escolar. A lei de 2009 exige pelo menos 30%.
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Depende de: Dinheiro no orçamento e prefeituras.
Crédito à agricultura familiar; 45% da merenda da agricultura familiar
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2023
Permite cadeias e associações de emissoras de rádio e TV
fonte Câmara; Brasil de Fatocamara.leg.brbrasildefato.com.br
Virou lei 2024
Relator da modernização da legislação de turismo e aviação civil
fonte Partido Liberalpartidoliberal.org.brlexml.gov.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Virou lei 2020
Sancionou o Marco Legal do Saneamento, com meta de água tratada para 99% da população e coleta e tratamento de esgoto para 90% até 2033, e mais espaço para empresas privadas
fonte Migalhasmigalhas.com.br
Foi feito 2021
Fez o leilão do 5G, que arrecadou R$ 7,1 bilhões e trouxe compromissos de cobertura para as operadoras
fonte Mercado & Consumomercadoeconsumo.com.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Cumpriu em parte 2003
Meta de 550 mil famílias assentadas
fonte FGV/CPDOC; UFUatlas.fgv.brseer.ufu.br
Foi feito 2007
Programa de Aceleração do Crescimento
fonte FGV/CPDOCatlas.fgv.br
Virou lei 2010
Assistência técnica e extensão rural
fonte UFUseer.ufu.brlexml.gov.br
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
Não foi eleito 1989
Reforma agrária por desapropriação
fonte Fundação Perseu Abramofpabramo.org.br
Na pré-campanha de 2026
Fora do plano 2026
Gratuidade no transporte público (em estudo)
fonte JOTA (jan/2026)tagteam.harvard.edu
Flávio Bolsonaro
Acabar com a reeleição para presidente, governador e prefeito: cada um teria um mandato só, sem poder concorrer de novo logo em seguida.
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Depende de: Mudar a Constituição: precisa de 3 em cada 5 votos de deputados e de senadores, em duas votações em cada casa.
Fim da reeleição para presidente (e outros cargos do Executivo); ancorado na PEC 4/2026
fonte Band; Gazeta do Povoband.com.brgazetadopovo.com.br
Limitar as decisões tomadas por um ministro do STF sozinho, sem os colegas, e criar um tempo de espera (quarentena) para quem foi ministro do governo antes de ir para o STF.
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Depende de: Mudar a Constituição: precisa de 3 em cada 5 votos de deputados e de senadores, em duas votações em cada casa.
Restringir decisões monocráticas no STF; quarentena para ministros de Estado indicados à Corte
fonte Acorda Cidade; Poder360acordacidade.com.brpoder360.com.br
Colocar no aplicativo GOV.BR todos os serviços federais que puderem ser digitais, escolher pessoas por critério técnico para agências e estatais e não prometer novos concursos públicos.
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Depende de: Investimento em tecnologia.
Digitalizar 100% dos serviços federais digitalizáveis no GOV.BR; critérios técnicos em agências e estatais; sem promessa de concursos
fonte Folha/QConcursosfolha.qconcursos.com
Lula
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Ainda em votação 2026
Proíbe reeleição consecutiva para presidente; valeria já para o eleito em 2026
fonte Gazeta do Povo; Diario de Pernambucogazetadopovo.com.brdiariodepernambuco.com.br
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Derrubado pela Justiça 2020–2022
Bilhões foram distribuídos por emendas de relator, o chamado orçamento secreto, sem mostrar quem pedia o dinheiro. A prática foi usada na negociação entre governo e Congresso, e o STF a declarou inconstitucional
fonte Conjurconjur.com.br
Condenado pela Justiça Eleitoral 2022
Reuniu embaixadores no Palácio da Alvorada para atacar, sem provas, as urnas eletrônicas. Por isso, o TSE o tornou inelegível por 8 anos
fonte Poder360poder360.com.br
Lula
Como presidente (2003–2010 e 2023–2026)
Cumpriu 2023
Recria Previdência, Cultura e Pesca; cria Povos Indígenas
fonte Congresso em Foco (g1)congressoemfoco.com.brlexml.gov.br
Promessas da eleição de 2022
Não cumpriu 2022
Revogar os sigilos de 100 anos
fonte Gazeta do Povogazetadopovo.com.br
Não cumpriu 2022
Não concorrer à reeleição em 2026
fonte g1 (via News Rondônia)newsrondonia.com.br
Não cumpriu 2022
Não indicar 'amigos' ao STF
fonte Jovem Panjovempan.com.br
Flávio Bolsonaro
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Lula
Fortalecer o Mercosul, bloco de comércio com vizinhos como Argentina, Paraguai e Uruguai, aproximar os países da América do Sul e fechar novos acordos de comércio.
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Depende de: Negociação com outros países e aprovação dos acordos pelo Congresso.
Aprofundar o Mercosul; integração sul-americana; novos acordos
fonte Congresso em Fococongressoemfoco.com.br
Proteger melhor as fronteiras, incentivar a indústria brasileira de equipamentos militares e comprar equipamentos novos para as Forças Armadas.
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Depende de: Dinheiro no orçamento.
Proteção de fronteiras; Base Industrial de Defesa; reequipar as Forças Armadas
fonte Programa (PDF); Congresso em Focostatic.poder360.com.brcongressoemfoco.com.br
Flávio Bolsonaro
No governo do pai, Jair Bolsonaro (2019–2022)
Não são atos de Flávio. Entram porque ele diz representar o legado do pai.
Negociação concluída 2019
Concluiu a negociação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, discutido desde 1999. O acordo não entrou em vigor durante o governo dele
fonte Governo federal (via Poder360)static.poder360.com.br
Saiu do bloco 2020
Tirou o Brasil da Celac, a comunidade dos países da América Latina e do Caribe, dizendo que o grupo dava espaço a regimes não democráticos como Venezuela, Cuba e Nicarágua
fonte Poder360; IstoÉ Dinheiropoder360.com.bristoedinheiro.com.br
Lula
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
Não foi eleito 1989
Política externa independente
fonte SciELOscielo.br
Flávio Bolsonaro
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Lula
Não achamos proposta sobre isso no plano de governo dele.
Flávio Bolsonaro
Como senador (2019–2026)
Parte em votação, parte arquivada 2019–2020
Restringir radares; criminalizar expor menores de 14 a eventos com nudez; porte de arma para advogados; educação moral e cívica
fonte Folha (via Acessa)acessa.comjornaldebrasilia.com.br
Como deputado estadual no Rio (2003–2019)
Não foi eleito 2016
424.307 votos (14,00%), 4º lugar; plano de 2016 não localizado (extrair no DivulgaCand)
fonte Wikipedia (dados TSE)en.wikipedia.orgdivulgacandcontas.tse.jus.br
Lula
Em campanhas e na Constituinte (1980–2022)
1980
Partido de trabalhadores nascido do novo sindicalismo do ABC
fonte Poder360poder360.com.br
2018
Indica Haddad como candidato do PT
fonte Poder360 (11/09/2018); CUTpoder360.com.brcut.org.br
pontos de atenção
Fatos do passado que prejudicaram o povo ou que geram desconfiança. Usamos os mesmos 6 critérios para os dois, e em cada ponto mostramos também a situação de hoje e o que o candidato diz.
Flávio Bolsonaro
A Polícia Federal investiga o financiamento da mansão dele em Brasília pelo BRB, banco público do Distrito Federal, com juros abaixo da média, e os R$ 61 milhões que o dono do Banco Master disse ter enviado, a pedido dele, para o filme sobre Jair Bolsonaro.
A mansão vale R$ 6,2 milhões e é a maior parte do patrimônio de R$ 8,2 milhões que ele declarou ao TSE em 2026 — 370% a mais do que em 2018. Na época da compra, ele disse ter renda de R$ 56 mil por mês para pagar o financiamento de 30 anos, que foi quitado em cerca de 3.
Por que pesa: O BRB é um banco público: se houve favorecimento, quem paga é o contribuinte. O Banco Master quebrou e foi liquidado pelo Banco Central em 2025.
Situação e o outro lado: Em investigação, sem acusação formal. Flávio nega irregularidades e diz que o dinheiro do filme foi patrocínio privado.
Veja nas tabelas:Financiamento da mansão em Brasília pelo BRB (desdobramento do caso Banco Master)Filme 'Dark Horse' e repasses de Daniel Vorcaro (Banco Master)
Fontes:poder360.com.br
Lula
Foi condenado nos casos do triplex e do sítio de Atibaia e ficou preso 580 dias, em 2018 e 2019. Em 2021, o STF anulou os processos porque os casos estavam na vara errada e o juiz Sergio Moro foi considerado parcial.
Por que pesa: Os desvios na Petrobras, investigados pela Lava Jato, aconteceram nos governos do PT e levaram à condenação de ex-diretores, empresários e políticos de vários partidos.
Situação e o outro lado: Hoje não tem condenação. Não houve novo julgamento sobre culpa ou inocência: os casos foram arquivados ou prescreveram. Ele diz que foi perseguido.
Veja nas tabelas:Triplex do Guarujá (Lava Jato)Sítio de Atibaia (Lava Jato)Petrolão (desvios na Petrobras)
Flávio Bolsonaro
Foi denunciado pelo Ministério Público do Rio como líder de um esquema em que assessores devolviam parte do salário. O desvio estimado foi de R$ 6 milhões.
Enquanto o caso corria, a estrutura do governo do pai foi usada a favor dele. Em 2020, a Abin produziu relatórios para orientar a defesa de Flávio a anular o caso. Em agosto daquele ano, no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro e o então diretor da Abin, Alexandre Ramagem, discutiram com os advogados de Flávio como anular a investigação, segundo áudio encontrado pela Polícia Federal.
Em 2025, a PF indiciou Jair Bolsonaro e Ramagem no caso da “Abin paralela”, que investigou esse uso da agência. Flávio não foi indiciado.
Por que pesa: Salário de assessor é pago com dinheiro de imposto. E a Abin, órgão de inteligência do Estado, foi usada para ajudar a defesa do filho do presidente.
Situação e o outro lado: O caso foi arquivado em 2022 pela Justiça do Rio, depois que o STJ e o STF anularam as provas por entenderem que o caso deveria ter corrido em outra instância. Não houve julgamento de culpa ou de inocência. Flávio nega as acusações.
Veja nas tabelas:Rachadinhas na ALERJ (caso Queiroz)
Fontes:conjur.com.brexame.compoder360.com.brinfomoney.com.br
Mensagens achadas pela Polícia Federal no celular de Robson Calixto, o Peixe — ex-assessor de Domingos Brazão e condenado pelo STF no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco —, mostram uma assessora de Flávio negociando com ele uma emenda do senador em 2023. Em novembro daquele ano, R$ 199 mil dessa emenda foram pagos, a pedido de Peixe, a um instituto esportivo do Rio.
Por que pesa: Emenda parlamentar é dinheiro público: o senador escolhe para onde vai e o governo paga.
Situação e o outro lado: Flávio não é acusado pelo assassinato de Marielle. O gabinete dele diz que a emenda seguiu a lei e os critérios técnicos do Ministério do Esporte. Partidos de oposição pediram à PGR que investigue.
Lula
Aposentados e pensionistas tiveram descontos sem autorização no benefício, estimados entre R$ 6,3 bilhões e R$ 7,99 bilhões. O esquema começou em 2019, no governo Jair Bolsonaro, e seguiu até 2024. A CGU, do governo Lula, começou a investigar em 2023, e a operação com a Polícia Federal parou o esquema em 2025.
Por que pesa: Dinheiro tirado direto de quem vive de aposentadoria.
Situação e o outro lado: Lula não é investigado. O presidente do INSS foi afastado e o ministro da Previdência deixou o cargo; o INSS começou a devolver os valores. A oposição acusa o governo de demorar para agir.
Veja nas tabelas:INSS – Operação Sem Desconto (governo)
Flávio Bolsonaro
Levantamento da Folha concluiu que ele não teve projetos próprios transformados em lei no Senado; as leis que ajudou a aprovar foram em parceria com outros senadores ou como relator. Sobre segurança da mulher, foram 3 propostas em 24 anos de mandatos, segundo a Agência Pública.
Por que pesa: Mostra quanto do que um político propõe costuma virar realidade.
Situação e o outro lado: Ele foi relator de leis aprovadas, como a que acabou com as “saidinhas” de presos.
Lula
Segundo balanço do g1, das 36 promessas de 2022, 26 foram cumpridas, 4 em parte e 6 não. Ele não recriou o Ministério da Segurança, não acabou com o orçamento secreto, não revogou todos os sigilos de 100 anos e é candidato de novo, depois de dizer que não concorreria.
Por que pesa: Orçamento secreto e sigilo dificultam saber como o dinheiro público é gasto.
Situação e o outro lado: No mesmo balanço, 72% das promessas foram cumpridas.
Flávio Bolsonaro
Em 6 de outubro de 2026, em Goiânia, no evento em que recebeu o apoio de Ronaldo Caiado e do governador eleito de Goiás, Daniel Vilela, disse que terá maioria na Câmara e no Senado para eleger os presidentes das duas casas, “para a gente mudar a Constituição e redemocratizar esse país”. Não disse o que pretende mudar.
No mesmo evento, Caiado disse que, se chegasse à Presidência, assinaria a anistia de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado.
Por que pesa: Só se “redemocratiza” um país que deixou de ser democrático, como o Brasil depois da ditadura militar (1964–1985). Hoje o Brasil é uma democracia: tem eleições livres, e o próprio Flávio terminou o 1º turno em primeiro lugar, com 47% dos votos. Usar essa palavra é tratar o país como se vivesse fora da democracia. E prometer mudar a Constituição sem dizer o quê deixa em aberto direitos que estão nela, como SUS, aposentadoria, 13º salário, férias, FGTS e voto direto.
Situação e o outro lado: Flávio diz que as mudanças serviriam para as instituições “voltarem a respeitar a Constituição”. Ele não detalhou quais seriam.
Importante: Para mudar a Constituição, é preciso uma PEC aprovada por 3 em cada 5 deputados e senadores, em dois turnos (308 deputados e 49 senadores). Mesmo assim, há pontos que nenhuma mudança pode abolir: o voto direto, secreto, universal e periódico; a separação dos Poderes; os direitos e garantias individuais; e a federação. Trocar a Constituição inteira só seria possível com uma nova Assembleia Constituinte.
O Brasil hoje: é uma democracia. O V-Dem, instituto sueco que mede a democracia em quase todos os países, aponta o Brasil como um dos países que recuperaram a democracia nos últimos anos e, no ranking de 2026, o colocou à frente dos Estados Unidos.
Na história do Brasil: as Constituições impostas sem uma assembleia eleita pelo povo vieram em períodos autoritários: a de 1824, depois que D. Pedro I fechou a Assembleia Constituinte; a de 1937, na ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas; e as de 1967 e 1969, na ditadura militar. As de 1891, 1934, 1946 e 1988 foram escritas por assembleias constituintes.
A Constituição de 1988: foi escrita depois da ditadura e ficou conhecida como “Constituição Cidadã”, nome dado por Ulysses Guimarães, presidente da Constituinte. Recebeu 122 propostas de texto apresentadas diretamente por cidadãos, algumas com mais de um milhão de assinaturas. Em 2018, o então presidente do STF, Dias Toffoli, disse que ela é “uma das mais avançadas e democráticas do mundo contemporâneo”.
Fontes:g1.globo.comcnnbrasil.com.britatiaia.com.brmetropoles.comnoticiasaominuto.com.brterra.com.brwww25.senado.leg.brjus.com.brstatic.poder360.com.brconjur.com.br
Como deputado no Rio, deu moção de louvor (2003) e a Medalha Tiradentes (2005) a Adriano da Nóbrega, policial militar que estava preso por homicídio — foi absolvido em 2007 — e depois foi apontado como chefe de milícia.
Por que pesa: Milícias exploram moradores com cobranças, violência e controle de bairros inteiros.
Situação e o outro lado: Flávio diz que o policial sofria uma injustiça, reconhecida com a absolvição em 2007.
Veja nas tabelas:fala F02
No início da pandemia, defendeu a cloroquina e o “isolamento vertical” (só os grupos de risco em casa) e disse ter se tratado com hidroxicloroquina. A cloroquina não funciona contra a Covid.
Por que pesa: Remédio sem eficácia dava falsa segurança e podia atrasar o tratamento certo.
Situação e o outro lado: Em julho de 2021, ele se vacinou em público e passou a defender a vacina. Diz que o pai agiu certo na pandemia.
Lula
Em dezembro de 2024, recebeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, numa reunião que não estava na agenda oficial, com a presença de Gabriel Galípolo, do Banco Central. Lula confirmou o encontro em fevereiro de 2026.
Por que pesa: A agenda oficial existe para todo mundo saber com quem o presidente se reúne. O Banco Master quebrou e foi liquidado pelo Banco Central em 2025.
Situação e o outro lado: Não há investigação contra Lula. Ele diz que recebe todos os bancos, que avisou Vorcaro de que a apuração do Banco Central seria técnica e que não houve interferência.
Veja nas tabelas:Encontro de Lula com Daniel Vorcaro (Banco Master)
Em 2023, indicou para o STF Cristiano Zanin, advogado que o defendeu na Lava Jato e atuou na anulação das condenações dele, e Flávio Dino, que era o ministro da Justiça do governo.
Por que pesa: O STF julga processos do governo e de quem indicou os ministros. Indicar pessoas tão próximas levanta dúvida sobre a independência do tribunal.
Situação e o outro lado: Escolher ministros do STF é atribuição do presidente. Os dois foram aprovados pelo Senado: Zanin por 58 votos a 18 e Dino por 47 a 31.
Importante: Indicar não basta: quem decide é o Senado. O indicado passa por uma sabatina e só vira ministro do STF se tiver o voto de pelo menos 41 dos 81 senadores. O Senado que aprovou os dois, da legislatura iniciada em 2023, tem maioria de partidos de centro e de direita, e a maior bancada é a do PL, partido de Flávio.
Veja nas tabelas:item P10
Fontes:opovo.com.brmoneytimes.com.brpoder360.com.brpoder360.com.brgazetasp.com.br
Flávio Bolsonaro
O pai, Jair Bolsonaro, foi condenado em definitivo pelo STF, em 2025, a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes. Hoje cumpre a pena em prisão domiciliar.
Jair também foi indiciado pela Polícia Federal no caso das joias: presentes oficiais recebidos como presidente, que pertencem ao país, teriam sido desviados e vendidos. O irmão, Carlos, é investigado por rachadinha na Câmara do Rio.
Por que pesa: Golpe de Estado é tirar do povo o direito de escolher o governo pelo voto. Presente oficial é patrimônio do país, não do presidente.
Situação e o outro lado: Flávio não é investigado nesses casos. Jair nega ter tramado um golpe e diz ser perseguido; ele e Carlos negam irregularidades.
Veja nas tabelas:Joias sauditas (pai, Jair Bolsonaro)Rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro (irmão) na Câmara do Rio
Fontes:cnnbrasil.com.br
Lula
O filho Fábio Luís (Lulinha) é investigado no caso da fraude no INSS. O irmão, Frei Chico, é vice-presidente de um sindicato investigado por descontos indevidos.
Por que pesa: O caso envolve dinheiro tirado de aposentados.
Situação e o outro lado: Lula não é investigado. A Polícia Federal disse em jan/2026 não ter indícios de envolvimento direto de Lulinha, e Frei Chico não é alvo. Os dois negam.
Veja nas tabelas:Fábio Luís (Lulinha) – fraudes no INSS / 'Careca do INSS'Frei Chico (irmão) e o Sindnapi – fraudes no INSS
Flávio Bolsonaro
Em 2025, Donald Trump impôs tarifa de 50% a produtos brasileiros e ligou a medida ao processo contra Jair Bolsonaro. Em 2026, Flávio foi recebido por Trump na Casa Branca e pediu que os EUA tratem PCC e CV como terroristas. O grupo político dele também critica a China.
Por que pesa: Tarifa alta derruba as vendas de quem exporta e ameaça empregos aqui. A China é quem mais compra do Brasil.
Situação e o outro lado: Flávio promete fechar acordos com os EUA para zerar as tarifas.
Veja nas tabelas:Estados UnidosChina
Lula
Israel declarou Lula “persona non grata” em 2024, depois que ele comparou a guerra em Gaza ao Holocausto. Javier Milei, presidente da Argentina, vizinha e sócia no Mercosul, o chama de “comunista”. O presidente da Ucrânia já o acusou de ser partidário da Rússia.
Por que pesa: Briga entre governos pode atrapalhar comércio e acordos, como com a Argentina, uma das maiores compradoras de produtos industriais brasileiros.
Situação e o outro lado: O governo diz defender o diálogo pela paz na guerra da Ucrânia.
por assunto
As propostas do plano de governo, explicadas, e o que cada um já fez na vida política.
Ver promessas 02Casos na Justiça em palavras simples, com a situação de hoje e o que diz a defesa.
Ver casos 03Onde cada um se coloca em direitos, mulheres, drogas, racismo, saúde e outros temas.
Ver posições 04Como governos de outros países e a imprensa estrangeira veem cada um.
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contexto
Eleição presidencial 2026 – 1º turno (04/10): Flávio 47,04% (56.098.457 votos válidos); Lula 45,15% (53.846.396); comparecimento 78,92%.
2º turno em 25/10/2026.
fonte Agência Senado (04/10/2026)www12.senado.leg.br
Flávio Bolsonaro
Candidatura PL, nº 22, vice Alfredo Gaspar (PL). Plano 'Para o Brasil Vencer o Atraso' (2027–2030): 76 páginas, 9 eixos ('Brasil sem Medo', 'Brasil por Elas', 'Brasil sem Fila', 'Brasil Mais Barato', 'Brasil que Prepara', 'Brasil que Não Volta Atrás' etc.) (registrado).
fonte Agência Brasil (18/09/2026); Gazeta do Povo; TSE/DivulgaCandagenciabrasil.ebc.com.brgazetadopovo.com.brpoder360.com.brdivulgacandcontas.tse.jus.br
Lula
Candidatura PT à reeleição, vice Geraldo Alckmin. 'Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil': 13 diretrizes; continuidade das políticas do 3º mandato e novas ações (registrado em 08/08/2026).
fonte Congresso em Foco (08/08/2026); TSE/DivulgaCandcongressoemfoco.com.brstatic.poder360.com.brdivulgacandcontas.tse.jus.br
dúvidas
O Compare e vote é feito por Gatinha Lorde (gatinhalorde@gmail.com). Sem vínculo com candidatos, partidos, coligações ou campanhas.
Porque o melhor candidato depende do que é importante para você. A gente organiza as informações do mesmo jeito para os dois e deixa a escolha com você.
Não dizemos quem é melhor. As explicações traduzem cada proposta para palavras simples e mostram, do mesmo jeito para os dois, o que pode ajudar e o que pode prejudicar, com base no debate público. Em cada proposta dá para abrir o texto original e a fonte.
Quem aparece primeiro costuma chamar mais atenção. Por isso a ordem é sorteada para cada pessoa, e dá para trocar os lados quando quiser.
Dos planos de governo entregues ao TSE, de sites oficiais (Senado, Câmara, Alerj, Planalto), de decisões da Justiça noticiadas e da imprensa. Cada item mostra a sua fonte. O passo a passo está em como fizemos.
Não. Investigação, acusação ou processo não são condenação. Em corrupção, cada caso mostra em que pé está, o que diz a defesa e se houve condenação definitiva.
Não. Os assuntos que você marca ficam salvos só no seu aparelho. O site não usa cookies e não envia suas escolhas para ninguém.
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